quarta-feira, 15 de novembro de 2006


"Numa tarde cinzenta, olho pela janela e vejo-Te.

Na chuva, no frio, no vento uivante, vejo-Te.

Mas também debaixo dos guarda-chuvas, nas multidões, nos passeios e nas estradas.

Até no próprio vidro da janela!

Numa qualquer tarde cinzenta, para onde quer que eu olhe, lá estás Tu.

Porque mesmo quando tudo parece cinzento, mesmo quando chove por dentro

Posso ter a certeza de que Tu me acompanhas, me guardas e guias.

E a cada momento sinto a Tua presença, e nem achuva Te pode abalar.


Eis o inverno que nos aguarda. Ei o mês que começa.

e eis-nos a nós, promtos para ele.

Porque sabemos que nem a mais cinzenta das tardes é suficiente para duvidar.

nem o frio nem o vento fazem de Ti menor ou mais fraco.

sabemos, com a força de um sopro, que és Vida em nós,

que és o nosso Sopro de Vida."

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